Império gay


 

Afirma-se que o Brasil é um país cristão, no entanto, o projeto de lei a respeito da homofobia que nossos “representantes” na Câmara, no Senado e na Presidência votarão e decidirão prova que de cristão o país só tem o nome. Se os legisladores realmente valorizassem a fé cristã e tivessem temor a Deus, jamais aprovariam tal projeto, pois, trata-se de uma contradição de marca maior apresentar-se como genuíno cristão e aprovar uma lei que dará aos homossexuais poderes até então nunca dispensados a grupo algum.

     Nas paradas gays o tema predominante é que homofobia é crime. Mas, se eles lessem a Bíblia entenderiam que violar a lei de Deus é crime que implica em culpa legal diante do Supremo Legislador e Juiz da humanidade, pois, distorce e perverte uma das suas criações, a sexualidade. De fato é necessário admitir, por uma questão de justiça, que maltratar alguém por ter optado viver de forma contrária as desígnios de Deus, isto é, escolhido uma “orientação” sexual homossexual, não é nada cristão, pois, quem lê os ensinamentos de Jesus Cristo sabe que amar a Deus e ao próximo são os dois grandes mandamentos que sintetizam com maestria a totalidade do ensino moral e espiritual divinos. Isso significa, portanto, que discriminar homossexuais é descumprir a lei do amor.

     Mas, por outro lado, será que a igreja é respeitada e amada por aqueles que dela discordam? Críticas e deboches, muitas vezes justificados em virtude de charlatões que se apresentam como evangélicos, são feitas abertamente por todos, inclusive e principalmente pelos homossexuais, no entanto, ninguém chama isso de discriminação. Quantos genuínos crentes já foram preteridos em empregos quando o empregador percebeu na entrevista que o candidato era evangélico? Será que negar batismo a um homossexual ou casar dois homossexuais é discriminação? A igreja será obrigada a contradizer-se, negar sua fé e trair seus valores que são produtos dos ensinamentos que são considerados divinos? No passado, milhares de cristãos foram queimados vivos e entregues as feras porque se negavam a admitir e confessar: “César é Senhor”. Com firmeza e sem covardia alguma os cristãos confessavam com veemência: “Jesus Cristo é o Senhor”. Será que nossos “representantes” irão realmente nos representar, isto é, votando de acordo com o que seus eleitores pensam? Se assim o fizerem não aprovarão esse projeto de lei, pois, a maioria brasileira ainda é cristã e isso seria uma incoerência.

     Mas, se tal incoerência for aprovada, então, os genuínos cristãos e não os covardes serão entregues, não mais ao império romano, mas, ao império gay cada vez mais poderoso. Logo, não serão mais as feras, mas, os homossexuais que irão levar os cristãos, não para as fogueiras e mandíbulas dos animais, mas, para as barras dos tribunais e talvez até para trás das grades. No entanto, o tráfico de drogas, pedófilos e políticos corruptos continuarão usando e abusando dos poderes, livres, leves e soltos. Não é esse Brasil que sonhamos para nós e nossos filhos!
Pr. Jorge Max
Igreja Batista Constantinópolis em Educandos
Manaus – AM

*Texto extraído da coluna semanal no Jornal Amazonas Em Tempo de 01.05.2010.

"Qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias".
(Martinho Lutero)

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