Lutando Contra Gigantes


Manah de 20 de junho de 2005

Por Robert D. Foster

Certa revista relatou uma intrigante história de uma empresa pequena, que enfrentou a gigantesca cadeia de cafés Starbucks. "Eu precisava fazer algo radical ou fechar as portas", disse o empresário Mike Sheldrake. Seu negócio de 22 anos, o Polly’s Gourmet Coffee, na Califórnia, estava sob ataque. Com a abertura de um Starbucks a nove quadras de distância, o faturamento anual de US$ 1 milhão começou a cair mais de 5% ao mês, chegando à linha de prejuízo.

Sheldrake poderia ter desistido e abandonado tudo, mas como Davi ao enfrentar o gigante Golias, ele decidiu lutar. Como Davi, ele usou uma abordagem precisa, uma "estilingada certeira". A Bíblia conta que Davi "escolheu no riacho cinco pedras lisas" (I Samuel 17.40). Poderíamos dizer que Sheldrake usou suas próprias "pedras lisas", ao renovar o lay-out do Polly’s Café, treinar os empregados, acrescentar incentivos à performance e passar a vender grãos de café quentinhos, acabados de torrar.

Porém, o quinto e último"seixo nocauteador" foi um chamativo torrador de café de 1929, colocado bem no meio da loja. Esses fatores, juntamente com a determinação de fazer tudo de maneira ainda melhor do que até então, capacitou Sheldrake e sua equipe, a manter a clientela, literalmente à sombra do gigantesco competidor. 

É possível que você não esteja enfrentando um gigante como Starbucks, mas todos nós freqüentemente nos encontramos em posição semelhante, tendo que fazer as mesmas escolhas. Cada um de nós tem um campo de batalha diferente, mas todos temos que decidir se vamos nos firmar no poder e privilégio conquistados através do trabalho duro, ou se vamos abandonar tudo em troca de uma melhor chance de sobrevivência. 

Ao longo dos anos formulei o que chamo de, "Cinco Pedras Lisas Para Tomada de Decisão": 
Comunicação – permanecer em contato com Deus através da leitura de Sua Palavra e da oração.
Bom senso – jamais deixar de usar a mente e o poder de raciocínio que Deus me deu.
Conselho – buscar o conselho de amigos maduros comprometidos em seguir e servir a Deus, que me conheçam bem e tenham em vista meus melhores interesses.
Circunstâncias – nenhuma conseqüência é fruto do acaso; nas adversidades e desafios, crer que há uma razão para isso e uma forma apropriada de reação.
Controle – crer que todas as coisas estão sujeitas ao poder e controle soberanos do meu Amoroso Pai Celestial.
Em essência, somos o produto de nossas escolhas e responsáveis pelo modo como reagimos às circunstâncias da vida, que podem: 
Nos ferir ou nos curar.
Nos estruturar ou nos quebrar.
Nos deixar relaxados ou ansiosos.
Fazer amigos ou inimigos.
Fazer que nos sintamos miseráveis ou felizes.
Proclamar-nos empreendedores ou abandonar-nos como fracassados. 

"… Posso todas estas coisas em Cristo que me dá forças" (Filipenses 4.13). 

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