Jesus Cristo


Jesus Cristo veio ao mundo a fim de viver uma vida impecável, para servir de exemplo de perfeita retidão e para ser um modelo pelo qual seus díscipulos poderiam orientar a própria conduta.Não somente Ele nasceu sem pecado, mas também viveu sem pecar. Hebreus 4.15
 
Cristo é Deus "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus".
João 1o:30,33,38; 14:9-11; 20.28; Romanos 9.5 Colossenses 1.25; 2.9; Filipenses 2.6; Hebreus 1.3; 2 Coríntios 5.19; 1 Pedro 1.2; 1 João 5.2; e Isaías 9.6.
 
Cristo é Todo-poderoso "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra". "Eu sou o Alfa e o Ómega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era, e que há de vir, o Todo-poderoso.
 
Cristo é Eterno "Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, eu sou’.
 
O Evangelho de João destaca este aspecto da divindade de Cristo nos seguintes textos: 1.18; 6.57; 8.19; 10:30-38; 14:7.9.10.20; 17:21,26.
 
Cristo é Criador "Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez..
Estava  no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu".
Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele.
 
O caráter imaculado de Jesus Cristo tem recebido a aprovação e a recomendação não apenas de Deus Pai, cos seus anjos e dos santos, mas até os demônios têm reconhecio isto. Ao longo de quase dois milênios o seu nome e a sua vida impóem respeito e ternura e têm sido motivo inspirador de milhões de vidas em toda a terra e em todos os tempos.
 
A santidade de Jesus Cristo, quanto ao seu verdadeiro significado, indica que Ele era isento de toda contaminação, absoluta e imaculadamente puro. Ele era absolutamente livre de todos os elementos de pureza positiva e perfeita santidade.
 
A santidade como parte inseparável do caráter divino de Jesus foi constatada e motivo de apreciação de santos e pecadores. A santidade de Jesus foi testemunhada pelos espíritos imundos, por Judas Iscariotes, Pilatos, pela esposa de Pilatos, pelo malfeitor moribundo na cruz, pelo centurião romano por ocasião da crucificação, pelos apóstolos Pedro e João, Ananisas de Damasco, por todo o grupo apostólico, pelo apóstolo Paulo, pelo próprio Jesus Cristo, e por Deus ,o Pai.
 
A santidade de Jesus é manifesta de forma muito patente nos seguintes casos do Novo Testamento:
 
  • Por sua atitude para com o pecado e a justiça.
  • Por suas ações referentes ao pecado e à vontade de Deus.
  • Pela sua exigência de santidade da parte dos outros.
  • Pela sua repreensão do pecado dos pecadores.
  • Mediante seu sacrifício para salvar os homens do pecado.
  • Pelo castigo destinado aos impernitentes.
  • A importância da morte de Cristo é demonstrada:
  • Pela relação vital que ela tem com a sua Pessoa.
  • Por sua conexão vital com a encarnação.
  • Pela posição de relevo que lhe é dada nas Escrituras (Bíblia)
  • Por ter sido alvo de investigação fervorosa por parte dos santos do Antigo Testamento.
  • Por ser elemento de interesse e pesquisa dos anjos.
 
Como uma das verdades cardeais do Evangelho.
 
Como assunto único da conversa por ocasião da sua transfiguração.
 
A morte de Jesus Cristo tornou-se necessária por causa da santidade, do amor e do próposito de Deus, face ao pecado do homem e ao cumprimento das Escrituras.
 
Jesus não morreu acidentalmente, nem como mártir; também não morreu meramente para exercer influência moral sobre os homens, nem para manifestar o desprazer de Deus contra o pecado; nem meramente para expressar o amor de Deus pelos homens. A morte de Cristo foi o único recurso da economia divina que satisfazia plenamente os requisitos necessários à redenção do homem caído.
 
A morte de Cristo foi:
 
  • Predeterminada.
  • Voluntária por livre escolha, não por compulsão.
  • Vicária a favor de outros
  • Sacrificial como holocausto pelo pecado
  • Propiciatória cobrindo ou tornando favorável
  • Redentora resgatando por meio de pagamento
  • Substitutiva em lugar de outros
Em seu escopo, a morte de Cristo tem duplo aspecto:o universal e o restrito. Assim sendo, entendemos que morte de Cristo foi:
 
  • Pelo mundo inteiro
  • Por cada indivíduo da raça humana.
  • Pelos pecadores, pelos justos e pelos ímpios.
  • Pela igrejae por todos os crentes
 
O mundo inteiro foi incluido no alcance e providência da morte de Cristo, e até certo ponto compartilha de seus benefícios. Mas essa provisão só se torna plenamente eficaz e redentora no caso daqueses que crêem. Isto é, a morte de Cristo é universal em seu alcance, mas restrita em sua eficácia, umavez que só aqueles que a ceitam é que serão salvos.
 
A ressurreição física e corporal do Senhor Jesus Cristo é o fundamento enabalável do Evangelho e da nossa fé. De fato, o cristianismo não seria mais do que uma religião, se Cristo não tivesse ressuscitado dentre os mortos.
 
Portanto, é a ressurreição de Cristo, dentre outras coisas, que o faz diferente dos grandes filósofos e fundadores de religiões humanas. É a ressurreição de Cristo que faz do cristianismo o elo de comunhão entre o homem e uma pessoa, o próprio Cristo ressurreto.
 
Portanto, não é sem motivo que o Diabo e muitos homens ímpios, tendo tentado destruir o cristianismo, foram impedidos de fazê-lo, pois, em qualquer direção em que se encontrassem, sempre se viam diante dum túmulo vazio, o túmulo daquele que foi morto mas vivae para jamais morrer.
 
A realidade da ressurreição de Cristo se evidência ao longo da narrativa novitestamentária. Suas provas vêem.
  • No sepulcro vazio
  • Nas aparições do Senhor a Maria Madalena,às mulheres, a Simão Pedro, aos dois discípulos no caminho de Emaús, aos discípulos no Cenáculo, a Tomé, a João, e a Pedro, a todo o grupo dos discípulos.
  • Na transformação operada nos discípulos.
  • Na mudança do dia de descanso e adoração semanais
  • No testemunho positivo de Pedro no dia de Pentecoste, e de Paulo, no Areópago
  • No testemunho do próprio Cristo quando se revelou a João, em Patmos.
A ressurreição de Jesus Cristo:
  • É o cumprimento da promessa de Deus aos pais
  • Confirma a divindade de Jesus Cristo, colocando-a acima de qualquer dúvida.
  • É prova de justificação dos crentes
  • Torna possível o imutável sacerdócio de Cristo
  • Possibilita o crente tornar-se frutifero para Deus
  • É o penhor divino do julgamento futuro.
 
Um abração

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